Livros

Obras publicadas e projetos editoriais.

Livros publicados, manuscritos em desenvolvimento e capítulos de livros, organizados por categoria.

Catálogo

Livros publicados

A relação bibliográfica completa será incorporada após conferência de títulos, editoras, anos e ISBNs. O site não publicará registros editoriais incompletos ou não verificados.

Manuscrito em desenvolvimento Do Deus Morto ao Oráculo Digital Hugo Brandão
Em desenvolvimento

Uma genealogia do sentido na era algorítmica.

O projeto parte da crise moderna das antigas certezas metafísicas e acompanha a reorganização da experiência religiosa na pós-modernidade. Seu problema central é compreender o que ocorre quando sistemas de inteligência artificial passam a participar das práticas de orientação, interpretação e decisão antes mediadas por autoridades humanas e instituições.

O percurso articula morte de Deus, pós-modernidade, novas subjetividades, religião, psicanálise, crítica do poder e inteligência artificial. O objetivo não é declarar que a tecnologia se tornou religião, mas investigar, com rigor, quando e como ela pode assumir funções de autoridade, aconselhamento e produção de sentido.

Status editorial: manuscrito em desenvolvimento. Informações sobre editora, ISBN e lançamento somente serão apresentadas quando formalmente confirmadas.

Produção bibliográfica

Capítulos de livros

Esta seção receberá os registros completos e os respectivos links de acesso quando disponíveis, após verificação bibliográfica.

Questões centrais

O que o livro investiga

01

Autoridade

Por que pessoas recorrem a sistemas algorítmicos para interpretar dilemas, organizar escolhas e validar narrativas sobre si mesmas?

02

Subjetividade

Como as interações com inteligências artificiais afetam identidade, desejo, crença, autonomia e percepção da realidade?

03

Sagrado

De que modo a experiência religiosa se transforma quando novas mediações digitais atravessam a busca de sentido?

04

Poder

Quais interesses, vieses e assimetrias se ocultam sob a aparência de neutralidade dos sistemas inteligentes?

A questão decisiva não é apenas o que a inteligência artificial faz por nós, mas que tipo de sujeito aprendemos a ser quando recorremos a ela para produzir sentido.